09 de julho de 2026
Geral

Para diretor da AHB, cota mensal precisa ser maior

Ieda Rodrigues
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Em Bauru, além do atendimento médico ambulatorial oferecido aos servidores estaduais no Centro de Assistência Médica Ambulatorial (Ceama) por equipe própria, a categoria dispõe dos três hospitais da Associação Hospitalar de Bauru (AHB) e médicos da cidade credenciados ao Instituto de Assistência Médica do Servidor Público Estadual (Iamspe).

Por mês, a AHB recebe R$ 300 mil do Iamspe para pagar os procedimentos realizados nos hospitais e nos consultórios particulares dos profissionais cadastrados. Mas o médico Samuel Fortunato, diretor técnico do Hospital de Base, afirma que a demanda de atendimentos costuma superar a verba, apesar do reajuste da cota feito em outubro do ano passado - até então a cota mensal do Iamspe à AHB era de R$ 210 mil.

Por isso, explica ele, há fila para atendimento de alguns pacientes. “Há casos que não têm condições de ser atendidos naquele mês porque a cota já estourou. Isso ocorre principalmente com os procedimentos mais caros, como os cardíacos”, comenta. Para Fortunato, a única saída é aumentar a cota mensal para atendimento dos pacientes do Iamspe.