07 de julho de 2026
Entrelinhas

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Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

• Mais um daqui

E a crise política em Brasília traz o nome de mais um bauruense envolvido nas denúncias, integrante da assessoria do Partido dos Trabalhadores (PT). Depois de Waldomiro Diniz, o ex-assessor especial da Casa Civil que foi flagrado pedindo propina, agora as investigações sobre o “mensalão” e o elo de ligação entre prestadores de serviços da União e o PT levam à citação do conterrâneo Wanderley José de Freitas, companheiro e ex-sócio do ministro da Secretaria de Comunicação, Luiz Gushiken.

• No sindicalismo

Waldomiro se aproximou dos petistas e conseguiu integrar o governo, tendo como sua origem trabalhista os serviços de office-boy e, mais tarde, como empregado da CEF. Com o tempo, virou lobbista no Congresso e se aproximou do ex-ministro José Dirceu. Já Wanderley José de Freitas trabalhou na antiga estatal CPFL e, junto com petistas locais, entrou para o sindicalismo.

• Na Globalprev

Em 1996 Wanderley já era membro da diretoria do Sindicato dos Eletricitários, até conhecer Gushiken e passar a dar aulas e consultas sobre previdência, tornando-se sócio da empresa do ministro, que tinha sede em Indaiatuba (SP) - a hoje famosa Globalprev, que só trabalha para fundos de pensão de estatais.

• Honorários 1

A atual discussão sobre a abrangência do Refis, programa de refinanciamento fiscal da prefeitura, parece cair agora sobre o pagamento de honorários aos procuradores municipais. Os profissionais do setor recebem, por lei, 10% dos valores das causas em que atuam em nome do Município. E isto incluiria as ações de execução fiscal.

• Honorários 2

O projeto do Refis II, enviado ontem à Câmara, mantém o pagamento desses serviços. Mas há uma corrente interna que considera que os procedimentos levantados do Fórum para acordos ou suspensão de execução, em qualquer fase, dispensariam o pagamento dos honorários aos procuradores. A categoria não concorda com esta posição.

• Sessões extras

Os vereadores da Câmara Municipal de Bauru não irão ficar muito tempo sem comparecer ao plenário. O presidente da Casa, Toninho Garmes (PSDB), agendou duas sessões extraordinárias para a próxima sexta-feira pela manhã. A pauta do encontro terá quatro projetos enviados pelo prefeito Tuga Angerami (PDT).

• Esperando

Garmes passou o dia de ontem aguardando que algum dos parlamentares solicitasse a inclusão de outros projetos na pauta, procedimento que poderia ser adotado com a assinatura de pelo menos 10 vereadores. Assim, as sessões extras não se restringiriam aos projetos do Poder Executivo.

• Relatórios

Tuga Angerami solicitou aos secretários de governo e presidentes de autarquia que elaborem balanços referentes aos seis primeiros meses de governo. O prefeito pretende utilizar os documentos para promover uma prestação de contas da sua administração.

• Em São Paulo

O prefeito e o chefe de seu Gabinete, Paulo Sérgio Canalli, passaram a segunda-feira em São Paulo, mas não divulgaram a agenda de encontros. Canalli se limitou a dizer que a dupla foi resolver assuntos de interesse do município.