IGUALDADE
O primeiro jogo da decisão da Libertadores terminou sem vantagem para ninguém. O time comandado por Paulo Autuori é superior tecnicamente, mas nada está decidido. O empate por 1 a 1 em Porto Alegre, leva São Paulo e Atlético Paranaense para o segundo jogo em condições iguais. O Beira-Rio foi um campo neutro. O Morumbi será um campo neutro. O jogo de quarta-feira passada começou com os dois times se dedicando muito na marcação. Apesar do frio, o clima dentro de campo era quente, como se esperava para uma final de Libertadores. A correria dos dois lados era ofuscada pelos erros de passe. O Furacão abusou das faltas. Todas as jogadas laterais do Tricolor eram paradas de maneira irregular. Aloísio abriu o placar, para o delírio dos atleticanos, mas o São Paulo não se abalou e seguiu mantendo a posse de bola. O gol do Furacão logo no início, fez a equipe recuar, e aí o São Paulo passou a dominar o jogo. No segundo tempo o time paulista manteve a pressão e o gol do empate veio logo. Após cobrança de falta, Mineiro desviou de cabeça, Diego espalmou, mas a bola bateu em Durval e entrou. Gol contra. Com o empate, o São Paulo parou de atacar com a mesma intensidade que fez durante toda a partida. O jogo foi bom, o empate foi justo.
NOVELA
Continua a novela Robinho, que deverá ter muitos capítulos. Por enquanto vem sendo uma novela muita chata e que não se renova. A advogada bauruense Gislaine Nunes acha que a melhor solução para Robinho sair do Santos seria entrar na Justiça do Trabalho. Ela alega falta de razoabilidade e proporcionalidade da multa de US$ 50 milhões. “Qualquer juiz do mundo liberaria o menino por US$ 25 milhões, porque US$ 50 milhões é um valor impagável. Os clubes estão quebrados e ninguém tem dinheiro para pagar”, justifica a doutora. Quem sou eu para discordar da famosa amiga, uma grande especialista em direito esportivo. Mas mesmo assim, não acho justo o Santos perder o jogador dessa maneira. Afinal, o clube investiu no garoto. Robinho foi formado e projetado na Vila, deve muito ao Peixe. Além disso tem contrato com o Santos até 2008.
ACIMA DA MÉDIA
Mascherano foi submetido a uma bateria de testes médicos e físicos, e de acordo com o fisiologista Renato Lotufo, o volante argentino está acima da média dos jogadores do Corinthians.
FÁBRICA DE CRAQUES
O Felintinho (filho do dr. Felinto, médico pediatra), que há mais de um ano joga em Trinidad e Tobago, está nos planos de um clube europeu e do Paulista de Jundiaí. O meia Felintinho, eleito o craque do ano no Caribe, foi aluno da Baroninho Gol, a escolinha de futebol do Bauru FC, onde também foi formado Cristian, campeão da Copa do Brasil pelo Paulista. Como a escolinha vem sendo uma fábrica de craques, seus comandantes recebem ótimas propostas. Baroninho foi trabalhar em Jundiaí, no Galo do Japi; Mário Eduardo (técnico) e William Mendes (preparador de goleiros) podem trabalhar em clubes da Coréia do Sul.
FESTA E BOMBAS
No dia seguinte em que Londres foi eleita a sede da Olimpíada de 2012, a capital britânica foi surpreendida com as explosões de sete bombas na manhã de ontem. Foram afetadas seis estações do metrô e um ônibus no centro da cidade matando dez pessoas e deixando muitos feridos. Mas isso não tem nada a ver com a escolha ocorrida quarta-feira. Os ataques terroristas são uma represália ao encontro do G8 - países mais ricos do mundo -, que ocorre na Escócia.
NOROESTINO
André Luiz Coelho Rogeri protesta contra o dia do Noroeste jogar na Copa Federação, como mandante. Alega que a sexta-feira é terrível, porque muita gente trabalha e estuda à noite. O André acha melhor sábado à noite ou domingo de manhã. Eu prefiro o domingo, às 10h.
MEMÓRIA
Campeonato Brasileiro de 1999, semifinais no Morumbi: Corinthians 3 x 2 São Paulo, gols de Nenê, Ricardinho e Marcelinho Carioca. Raí e Edmílson marcaram para o Tricolor. Árbitro: Edílson Pereira de Carvalho. Corinthians: Dida; Índio, Márcio Costa, Nenê e Kléber; Rincón, Vampeta, Ricardinho e Marcelinho Carioca; Edílson e Luizão. Técnico: Oswaldo de Oliveira. São Paulo: Rogério Ceni; Paulão, Wilson e Nem; Jorginho, Edmílson, Fabiano (Jaques), Raí e Fábio Aurélio; Marcelinho Paraíba e França (Souza). Técnico: Paulo César Carpeggiani.
AQUELE ABRAÇO
Um forte abraço a jornalista Celi Leme, assessora de imprensa e comunicação do Bauru Tênis Clube (BTC). Celizinha vem fazendo ótimo trabalho, parabéns.