07 de julho de 2026
Leonardo de Brito

Em Confiança

Leonardo de Brito
| Tempo de leitura: 4 min

NOVELA ROBINHO

Muito tem se falado sobre a novela Robinho, e num momento oportuno, recebo e-mail esclarecedor da doutora Gislaine Nunes. A bauruense famosa faz uma exposição sobre o assunto, afirmando que o Santos não perderá Robinho sem ganhar nada. Embora Robinho tenha contrato até 2008 e esteja forçando a barra, o Peixe poderá receber um belíssimo valor pela transação, estimado em 30 milhões de dólares. E como lembra a brilhante advogada, o clima de animosidade entre empregado e empregador já está instalado na Vila. “Se o atleta fica contrariado, pois em sua cabeça está vestindo outra camisa, os valores são outros, tanto financeiro quanto profissional. Antes de ser advogada sou amiga do Robinho e principalmente de seu empresário, Wagner Ribeiro, pessoa que admiro e digo mais: vi esse empresário saldar muitos débitos do Robinho no início da carreira do jovem jogador. Ninguém me contou, em vi, e tenho certeza de que a assessoria que o Wagner presta a esse atleta é absolutamente profissional. Faço votos de que tudo se resolva da melhor maneira possível; afinal, meu interesse é que o jogador tenha tranquilidade, mas para isso, deve o empregador usar da razoabilidade, da proporcionalidade”, diz a doutora Gislaine Nunes.

SUPREMACIA

Com a vitória de 3 a 1 contra o Palmeiras, o Corinthians manteve a supremacia diante seu principal rival nos últimos cinco anos. Desde 2000, os dois times se enfrentaram 11 vezes, com sete vitórias do Timão, incluindo a de domingo, três empates e apenas uma derrota, em maio de 2004, por 4 a 0. Além da supremacia nos últimos cinco anos, o Corinthians passou a dominar também o retrospecto da história do Brasileirão. As duas equipes se enfrentaram 28 vezes na competição nacional. O Timão passou a ter nove vitórias, contra oito dos rivais.

BAIANO X TEVEZ

Baiano irritou-se com o atacante argentino Carlitos Tevez pelo “conjunto da obra” e não por um ato isolado de racismo. O lateral-direito disse que foi xingado pelo argentino durante todo o clássico de domingo. A resposta do palmeirense às provocações foi chutar a bola em cima do corintiano e começar uma confusão. Seu ato pode lhe custar até 540 dias de punição pelo STJD - que seria um exagero, acho.

TELÕES

A idéia da diretoria do São Paulo de instalar telões do lado de fora do Morumbi, para que mais torcedores compareçam ao local da partida para apoiar o time contra o Atlético-PR, nesta quinta-feira, pela final da Copa Libertadores, não foi liberada pela Polícia Militar. Segundo a PM, a iniciativa poderia causar tumulto em frente ao estádio. O Morumbi tem um telão que gira 180º graus para ficar virado para dentro do estádio em dias de jogos e para fora, passando propagandas, quando não há jogo.

LUCRO

Com a chegada à inédita final da Libertadores, o Atlético Paranaense, além de consolidar de vez o nome entre as grandes equipes brasileiras, encheu os cofres de dinheiro. Até agora, a inédita campanha do Furacão rendeu quase 950 mil dólares.

FILME

O Real Madrid lançou “Real, o Filme”, o primeiro longa-metragem sobre um clube de futebol. A produção mistura ficção e realidade, mesclando cinco histórias reais em diversos continentes com imagens inéditas do ambiente do clube.

SHAQ DISPARA

O pivô do Miami Heat, Shaquille O’Neal, disparou contra Andre Bynum, o mais novo calouro do Los Angeles Lakers, de apenas 17 anos. O superpivô ironizou o fato de Bynum não possuir diploma universitário. “Digam a ele que Shaq não responde a juvenis delinqüentes sem diploma universitário. Digam a ele para se formar, e depois podemos conversar. Enquanto isso, ele deve me chamar de “Dr. Shaq”, porque estou trabalhando em meu doutorado” - avisou o pivô. Os comentários de O’Neal foram uma resposta a Bynum, que se comparou a Shaq no dia do draft (recrutamento universitário) da NBA.

MEMÓRIA

Final da Copa do Mundo do México-70: Brasil 4 x 1 Itália, no Estádio Azteca (Cidade do México). Pelé, Gérson, Jairzinho e Carlos Alberto Torres fizeram os gols que deram a conquista definitiva da Taça Jules Rimet. Boninsegna fez o de honra da Azzurra. Árbitro: Rudi Gloeckner (Alemanha Oriental). Público pagante: 109 mil. Brasil: Félix; Carlos Alberto, Brito, Piazza e Everaldo; Clodoaldo e Gérson; Jairzinho, Tostão, Pelé e Rivellino. Técnico: Zagallo. Itália: Albertosi; Burgnich, Rosato, Cera e Facchetti; Bertini (Juliani), Domenghini e De Sisti; Mazzolla, Boninsegna (Rivera) e Riva. Técnico: Ferrucio Valcareggi.