07 de julho de 2026
Leonardo de Brito

Em Confiança

Leonardo de Brito
| Tempo de leitura: 4 min

A BOA COPINHA

A famosa copinha, que começa neste fim de semana com 28 clubes da Primeira, Segunda e Terceira divisões, começou a ser disputada em 2001, com o nome de Copa Coca-Cola. Passou a ser chamada de Copa Estado em 2003 e Copa Federação em 2004. Era considerada desinteressante e deficitária, mas ficou muito valorizada nos dois últimos anos. Motivo principal: as vagas na Copa do Brasil (para o campeão) e no Campeonato Brasileiro da Série C (vice-campeão). Um time da Terceirona pode ser campeão do mundo - difícil, muito difícil, mas as coisas inesperadas acontecem, especialmente no futebol. Lembramos que a Copa do Brasil - título que os pequenos Santo André e Paulista de Jundiaí conquistaram - é o caminho mais curto para sonhar com a Libertadores. O vencedor do torneio continental, vocês sabem, vai para o Mundial de Clubes. A Internacional, que havia desistido da Copa Federação, voltou atrás. O clube de Limeira conseguiu uma nova parceria, mas mesmo que não conseguisse, não desistiria, porque sabe da importância da copinha. Na primeira fase, os jogos serão dentro dos respectivos grupos, em turno e returno. Os quatro times com maior número de pontos em cada chave participarão da segunda fase, que terá os 16 classificados distribuídos em oito novos grupos, com dois clubes cada um, que se enfrentarão entre si novamente em ida e volta. O sistema de dupla eliminatória vai vigorar até a decisão.

PATROCÍNIO

Kia Joorabchian está perto de fechar contrato de R$ 15 milhões com a Samsung, multinacional coreana, para patrocinar a camisa do Corinthians. O valor é menor do que o presidente do MSI pretendia conseguir. Mas ainda assim, a proposta é maior do que o valor oferecido pela Pepsi pela renovação do patrocínio.

RONALDO/ADRIANO

Segundo o diário italiano “Gazzetta dello Sport”, o Real Madrid ofereceu Ronaldo e mais 50 milhões de euros (cerca de R$ 142 milhões) para contratar Adriano. Esse valor é um pouco maior do que o Santos pede para liberar Robinho para o Real Madrid.

MODA

A moda está pegando: assim como o Flamengo, Atlético Mineiro e Náutico, o Fluminense vai começar a vender na semana que vem pulseiras emborrachadas com as cores do clube. As pulseiras farão campanha para a luta contra o câncer e contra o racismo.

RUBINHO TRANQUILO

Apesar de ter insistido que não tem planos de sair da Ferrari, Rubens Barrichello revelou que está atento ao desenvolvimento de Toyota e BAR. Rubinho foi o centro das atenções dos rumores desta semana. O que se diz nos bastidores é que, sua permanência na Ferrari é questão de tempo.

DE VOLTA

Em 1981, o Noroeste fez, na minha opinião, o pior negócio da sua história na venda de jogador. Vendeu Lela para a Inter por 10 mil cruzeiros. Quatro meses depois, o clube de Limeira negociou o atacante bauruense com o Fluminense por 50 mil e ainda ficou com o passe do meia Mário, de muito prestígio na época, no Rio. A grana não resolveu o problema financeiro do Norusca, que em 81 foi rebaixado para a Segundona.

VISITA

Quem apareceu ontem no Alfredo de Castilho foi o amigo Marco Antônio Campagnollo, zagueiro do Noroeste de 1990 a 97. Campagnollo trabalha nas categorias de base do União São João.

O GRANDE BARBOSA

A seleção brasileira feminina de basquete, que conquistou o título do Sul-Americano, com certeza, continuará dando muita alegria, porque é um grupo determinado e muito entrosado. Joga um basquete alegre. Na competição continental realizada na Colômbia, foi revelada uma estrela. Trata-se da pivô Érika, que disputou seu primeiro Sul-Americano adulto e teve uma ótima estréia. Vale lembrar que a seleção é comandada por um bauruense, Antonio Carlos Barbosa, há 20 anos. Nunca um treinador no esporte desse País se mantém tanto tempo assim no cargo.

MEMÓRIA

Decisão da Copa do Mundo de 2002: Brasil 2 x 0 Alemanha, em Yokohama (Japão), gols de Ronaldo. Árbitro: Pierluigi Collina (Itália). Público pagante: 72.120. Brasil: Marcos; Lúcio, Roque Júnior e Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Kléberson, Ronaldinho Gaúcho (Juninho Paulista) e Roberto Carlos; Rivaldo e Ronaldo (Denílson). Tecnico: Luiz Felipe Scolari. Alemanha: Kahn; Linke, Ramelow, Metzelder e Frings; Jeremies (Asamooah), Bode (Ziege), Scheneider e Hamann; Neuville e Klose (Bierhof). Técnico: Rudi Voeller.