Sobre o BAC, numa coisa concordo com o missivista Carlos Alberto Roncada: uma fundação pública seria o melhor caminho para recuperar esse histórico clube. Mas, o poder público sozinho não possui condições financeiras para cobrir as despesas. Necessário que muitos entrem na briga e somem-se à iniciativa. Daí a coisa anda, senão, melhor deixar do jeito que está.
Ano passado tive um papo com o prefeito e ele concordava que o BAC precisava ser olhado com carinho; não só o BAC, mas outros prédios recuperáveis que podem servir à comunidade, como o da Noroeste. Só que Tuga não tinha conhecimento do tamanho do rombo que ia econtrar nas finanças. Como os mecenas estão mais difíceis hoje em dia, arranjar recursos somente no governo federal (se o mensalão deixar). Se todos quererem, o sonho se realiza.
Pedro Romualdo