Quem diria, o todo poderoso deputado federal João Paulo Cunha, PT, ex-presidente da Câmara dos Deputados, quando da Reforma da Previdência Social, cometeu o absurdo de proibir o acesso dos servidores públicos no Congresso Nacional no dia da votação.
Porém, os servidores públicos entraram na Justiça e conseguiram uma liminar para assistir à votação.
A surpresa foi quando o ex-presidente João Paulo Cunha, numa atitude antidemocrática e violando o Estado de Direito, rasgou a liminar e disse de maneira debochada “manda me prender”.
Os servidores não puderam assistir à votação e não aconteceu nada com o ex-todo poderoso, o homem que se manteve acima da Lei neste episódio.
A Imprensa só noticiou um funcionário público quebrando a vidraça do Congresso e foi processado, segundo os noticiários.
Os funcionários públicos foram neste período desacatados e humilhados em público pelo governo e pelo silêncio da CUT, para que a discutível Reforma Previdenciária fosse aprovada.
Os servidores públicos não podem esquecer esse fato deprimente e arrogante desse deputado.
E agora, quem diria, o nosso nobre deputado, que sempre esteve acima do bem e do mal, está prestes a perder o seu precioso mandato, para o qual fora eleito pelo povo, o que deve ter se esquecido.
As evidências dos fatos de quebra de decoro contra ele são mais que evidentes e suficientes para condená-lo, o castigo veio “a jato”, aqui se faz aqui se paga.
Geraldo Antonio Inhesta - RG 6.028.558