Mais de 2.000 pessoas passam por dia por Machu Picchu, no Peru, atraídas pelas ruínas da cidade magnífica construída há milhares de anos pelos incas.
Descoberta em julho de 1911 pelo explorador americano Hiram Bingham, a cidade continua instigante. Acredita-se que os incas a abandonaram 50 ou 60 anos antes da chegada dos conquistadores espanhóis. E que nem todos conheciam seus segredos, já que o “Velho Pico” só tinha acesso aberto aos governantes e sacerdotes.
Hoje, sabe-se que pela quantidade de templos e espaços sagrados Machu Picchu era um importante centro religioso e um observatório celeste. E, diante da quantidade de ossadas humanas femininas lá encontradas, a casa das Virgens do Sol, acredita-se que mulheres que serviam no harém do imperador.
A viagem até o santuário é uma expedição que exige tempo, dinheiro e preparo físico, mas é inesquecível, em todos os sentidos. Embora a maioria dos visitantes se hospede em Lima ou em Cuzco, pode-se também se instalar em seu topo. Nele, funciona o Hotel Machu Picchu Ruínas com 32 apartamentos e diárias em torno de US$ 270. Reservas com dois anos de antecedência.
Esta é a melhor época para se visitar o Peru. De outubro a abril chove muito.
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