08 de julho de 2026
Mulher

Retoques

Da Redação
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Pulseiras do bem

As pulseiras de borracha em defesa de causas humanitárias viraram moda nacional, em especial ente o público masculino. Primeiro chegaram os braceletes amarelos, lançados no início do ano passado pela Nike. Estampando a frase “Live Strong”, ou seja “Viva com Força”, ela custa o equivalente a R$ 3,00 e visa arrecadar verba para fundação do ciclista americano Lance Armstrong, que venceu a batalha contra o câncer.

Depois surgiram as pulseiras verdes, a “SOS Tsunami”, a favor das vítimas do tsunami ocorrido em dezembro na Ásia e na África. Há ainda as vermelhas e brancas, em apoio às tropas americanas no Iraque; a preta e branca, com a frase “Stand Up, Speak Up” (“Fique de Pé, Fale Alto”) usadas de forma entrelaçada para repudiar o racismo; e a branca, contra a corrupção.

No Brasil, uma das mais famosas é a azul, lançada em abril pela Associação Brasileira do Câncer. Conhecidas como “pulseirinhas de bem”, elas se transformaram em febre entre adolescentes e jovens.

Trazem inscrito o site da entidade (www.abcancer.org.br) e são vendidas por R$ 5,00 nas grandes redes de supermercados. O dinheiro arrecadado com a comercialização do produto é entregue aos pacientes que sofrem com a doença.

O sucesso é tão grande que esses acessórios passaram a inspirar a fabricação de outros modelos de braceletes de borracha, mais sofisticados e sem compromisso humanitário. Feitos em silicone ou borracha, são vendidos em lojas e shoppings centers e ajudam a compor o visual dos homens na hora de se vestirem para a balada.