07 de julho de 2026
Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

• Pai da criança

O modelo de operação tapa-buracos que prevê a interdição temporária das quadras que recebem o serviço, adotado pela Secretaria Municipal das Administrações Regionais (Sear) no Jardim Bela Vista, teria sido implantado a partir de uma sugestão de Mauro Gonçalves, assessor do vereador Salvador Afonso (PDT). Ele vem defendendo a tese desde a gestão passada por entender que o sistema é mais eficiente.

• Por Bauru

A respeito do comentário feito por leitores que contestam sua autoridade para ir a Brasília buscar verbas em nome de Bauru, a presidente municipal do PT, Estela Almagro, argumenta que seu interesse é trabalhar pela cidade, mesmo sem mandato ou procuração para agir dessa forma. A petista sustenta ainda que os recursos para o novo aeroporto só foram liberados pelo governo federal a partir de um amplo processo de mobilização que contou com sua efetiva participação.

• Ação conjunta

O vereador José Carlos Batata (PT) afirma que um grupo de vereadores estuda qual ação a Câmara irá adotar como forma de protesto contra as declarações do prefeito Tuga Angerami (PDT) a respeito do parecer da Consultoria Jurídica da Casa para o projeto da Funprev. Tuga criticou o posicionamento do consultor Nestor Kobayashi em entrevista ao JC e à 96 FM. O petista avalia que o chefe do Executivo usou termos deselegantes para se dirigir a Kobayashi.

• Menos recursos

O conselheiro Vanderlei Tomiati, da Funprev, acredita que a prefeitura irá receber cerca de R$ 11 milhões do INSS quando conseguir sua Certidão de Regularidade Previdenciária (CRP), e não R$ 40 milhões, como chegou a projetar a administração municipal. Tomiati também avalia que o dinheiro não será repassado à vista, e sim de forma parcelada.

• Sentido inverso

Da mesma forma, Tomiati levanta que ocorrerá o inverso com créditos que terão que ser pagos pela prefeitura ao INSS para os servidores que deixarem a administração em direção à iniciativa privada.

• Alteração em lei

Aliás, por falar em Previdência, há uma tese jurídica corrente de que não basta o Executivo enviar à Câmara projeto de lei para tornar possível o pagamento pelo salário bruto, com todas as vantagens, para quem gozar de licença. Conforme a tese, além da alteração na lei da Funprerev, seria necessário mudar a lei de origem dos benefícios, prevendo a vantagem para cada situação.

• Consultorias

E já que o assunto é Previdência, seria interessante que os conselheiros da Funprev explicassem as motivações para o órgão passar a pagar R$ 10 mil para contrato de consultoria junto à Conam, ou R$ 120 mil/ano. A fundação consumia R$ 3 mil por mês com consultoria em contabilidade com a Cecam, mesmo tendo contadora interna até então.

• Vale-compra

A informação de bastidor é que o governo municipal manteve o status quo em relação ao comando e organização de vales-compras em Bauru. O governo havia comentado que iria promover alterações na área, após consultar histórico de currículo interno.