09 de julho de 2026
Geral

Alunos debaterão sobre referendo na quinta-feira

Da Redação
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O referendo que vai decidir se o comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil será o tema de um debate organizado pelos alunos do ensino médio do Colégio Fênix, que será realizado na quinta-feira, a partir das 10h30.

Segundo a professora Vera Casério, organizadora do evento, a discussão buscará orientar os estudantes sobre a realização do referendo e os procedimentos de votação. “Percebemos que há muitas dúvidas entre os alunos, que são potenciais eleitores após os 16 anos”, explica.

O debate contará com a participação do secretário municipal de Negócios Jurídicos, Célio Parisi, diretor da Faculdade de Direito dos cursos Fênix, e do padre Roberto Daniel, o padre Beto, pároco do Santuário do Sagrado Coração.

Na edição de domingo passado, o Jornal da Cidade publicou matéria sobre o assunto e constatou que uma boa parte do eleitorado ainda desconhece a realização do referendo, agendado para o dia 23 de outubro. A consulta popular compara-se a um dia de eleição normal.

O eleitor terá de comparecer obrigatoriamente à sua seção eleitoral no período das 8h às 17h - ou justificar o voto se estiver fora de seu domicílio eleitoral - , munido do título e documento de identificação, para se posicionar sobre a seguinte questão: “O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?”

Quem apertar a tecla número “1” da urna estará escolhendo a opção “não”. A tecla número “2” é para quem deseja opinar “sim”. Depois de escolher uma das duas opções, é só apertar a tecla “confirma” e o voto estará registrado. O eleitor que apertar a tecla “branco” e em seguida a “confirma” votará em branco.

Se apertar qualquer número diferente de “1” e “2” e depois a tecla “confirma” o voto será anulado. A previsão é de que o resultado do referendo seja divulgado no mesmo dia, na noite do domingo.

Se a metade do número de eleitores votantes optar pelo “sim” à pergunta da consulta, “o Brasil vai proibir o comércio de armas de fogo e munição em lojas?”, só vão poder portar armas de fogo os membros das polícias (Exército, Federal, Civil e Militar), empresas de segurança e afins.

A partir da data de publicação do resultado no Diário Oficial da União, no caso da opção “sim”, o cidadão civil estará proibido de comprar armamentos e munições.

Se o resultado da consulta referendar o “não”, a situação permanecerá como está, ou seja, qualquer cidadão continuará adquirindo armas e munições, desde que respeitada a legislação vigente, que prevê o registro dos equipamentos comprados.