Garça - Dois acusados de terem participado do assalto a uma residência, em Garça (70 quilômetros de Bauru), no mês de junho passado, foram condenados pela Justiça.
Silvano Rodrigues de Oliveira, 28 anos, recebeu pena de seis anos e oito meses de prisão em regime fechado. Já seu companheiro, Israel Raimundo Ferreira, 29 anos, foi condenado a sete anos e três meses.
Ambos são de Ribeirão Preto e teriam agido em companhia de um adolescente, que foi encaminhado à Fundação Estadual para o Bem-Estar do Menor (Febem).
O crime ocorreu em 24 de junho. Armados de revólver e pistola, os assaltantes entraram na casa e renderam a proprietária, que foi ameaçada e agredida com coronhadas leves na cabeça. Os três homens fugiram do local levando cerca R$ 100,00 em dinheiro, um celular e várias bijuterias. Eles foram presos logo em seguida.
Em entrevista ao jornal Comarca de Garça, o advogado Rodrigo Policinani dos Santos disse que vai recorrer da sentença recebida por seu cliente, Silvano Rodrigues de Oliveira. Ele considerou a pena de seis anos e oito meses muito alta.
Outras condenações
Recentemente, a Justiça de Garça condenou também um homem de 39 anos acusado de abusar sexualmente de duas filhas. Ele foi punido com oito anos e nove meses de prisão. O acusado está preso desde abril deste ano, quando o caso foi denunciado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da cidade. As filhas do acusado têm 4 e 7 anos de idade.
Outro condenado pela Justiça foi o falso médico João Joelson Ribeiro, que exerceu a profissão ilegalmente durante duas semanas no Posto de Saúde de Itapuí.
Ele foi condenado a três anos e nove meses de prisão em regime fechado. Ele terá de cumprir também pena de sete meses e 15 dias em regime semi-aberto.
Ribeiro foi condenado pelos crimes de falsificação de documentos públicos e particulares e exercício ilegal da medicina.
Ele foi preso em 25 de novembro do ano passado enquanto atendia no Posto de Saúde de Itapuí com o nome de Ricardo Sornas. Na verdade, Sornas é um médico de Marília, que descobriu a fraude enquanto cuidava de seu imposto de renda.
Ribeiro foi contratado pela Prefeitura de Itapuí para trabalhar durante três meses no Posto de Saúde da cidade. Desde que foi preso, o acusado esteve recolhido à cadeia de Barra Bonita e depois para Igaraçu do Tietê.