09 de julho de 2026
Regional

Colisões deixam quatro pessoas mortas em Ibitinga e Botucatu

Adilson Camargo
| Tempo de leitura: 2 min

Ibitinga - Quatro pessoas morreram e uma ficou ferida em dois acidentes nas estradas da região no final des semana. Duas mortes foram registradas na noite de anteontem, em Ibitinga, e outras duas ocorreram em Botucatu, ontem de manhã.

O acidente de anteontem foi no quilômetro 50 mais 600 metros da rodovia Deputado Victor Maida (SP-331), entre Ibitinga e Araraquara, e envolveu um trator e um caminhão carregado com açúcar.

Na colisão, o trator pegou fogo e matou os dois ocupantes: Antônio Carlos Rodrigues, 50 anos, e Isaíra Manoel Rodrigues, 44 anos. Ambos moravam na Fazenda São Roque em Ibitinga.

Com o impacto, o motorista do caminhão, Orlando Donizete Baesso, 37 anos, fraturou a perna e teve de ser encaminhado para um hospital de Ibitinga. Os ocupantes do trator morreram antes mesmo de receber socorro.

De acordo com a Polícia Rodoviária de Itápolis, onde foi registrado o acidente, o caminhão, placas GRA 6345, de Taiúva, seguia no sentido Tabatinga-Ibitinga quando, por volta das 19h, chocou-se contra o trator que tentava atravessar a pista. A colisão foi lateral e chegou a partir o trator em três partes, segundo relatou um policial.

Parte da carga de açúcar espalhou pelo acostamento e pela pista, o que obrigou a interdição do trânsito naquele local.

O acidente de ontem ocorreu no quilômetro 245 da rodovia Marechal Rondon (SP-300), no trecho urbano de Botucatu. A exemplo da colisão em Ibitinga, esta também foi transversal e deixou duas pessoas mortas.

Ambas estavam no Fiat Doblò, placas DDT 4894, de Botucatu. As vítimas foram atingidas pelo caminhão quando tentavam cruzar a pista, por volta das 10h de ontem.

Aliene Freire de Alquimin, 45 anos, e João Benedito Alves, 73 anos, foram levados ao pronto-socorro do Hospital das Clínicas (HC) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu, mas não resistiram aos ferimentos.

O motorista do caminhão, Antônio Celso Diniz, 45 anos, de Santa Bárbara d’Oeste, nada sofreu.