Macatuba - A manutenção do asfalto da estrada vicinal Lauro Peraçoli, que interliga Macatuba a Igaraçu do Tietê (71 quilômetros de Bauru) ao longo dos últimos anos tem sido problema para as administrações municipais. O chefe de gabinete da prefeitura José Aurélio Paschoal, que foi vereador na legislatura de 2001 a 2004, reconhece que a vicinal é o “calcanhar-de-aquiles” da administração. A precariedade do piso asfáltico exige um recape integral ao invés de um simples tapa-buracos. Ele ainda argumenta que, desde o início do ano, foi gasto muito dinheiro com manutenção. Paschoal, que preside o diretório municipal do PSDB em Macatuba, garante que o Governo do Estado de São Paulo investirá R$ 1 milhão no recapeamento. A contrapartida do município será R$ 200 mil já reservados, e um outro valor referente ao trecho de jurisdição de Igaraçu. “O governador (Geraldo Alckmin) assinou R$ 1 milhão para recapeamento, só que agora está demorando, mas vem. Esse recurso era para estar aqui em maio. Nosso dinheiro já está separado”, frisa.
O prefeito Coolidge Hercos Junior (PMDB) esteve em São Paulo na última segunda-feira para assinar um convênio com o Estado e aproveitaria para saber como está o trâmite da verba. Ao todo, a Lauro Peraçoli tem quase 20 quilômetros de extensão, com 10 quilômetros no município de Macatuba.
A estrada foi construída em 1986 e atualmente apresenta problemas de infra-estrutura, tendo grande parte dos trechos esburacados. Na opinião de Paschoal, o problema estaria sendo provocado pelo intenso tráfego de caminhões de carga, que utilizam a rodovia como rota de fuga do pedágio da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-225), em Pederneiras.
O município foi contemplado em outubro com uma verba federal de R$ 48.750,00 do “Programa Pró-Município”, do Ministério das Cidades. O chefe de gabinete explica que o dinheiro será utilizado para o asfaltamento do núcleo habitacional Jardim Planalto, que possui 286 moradias.
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Erosão da “Aguinha”
Erosão às margens da rodovia Osni Mateus pode deixar de ser ameaça. A prefeitura iniciou obras emergenciais de contenção evitando que galpão fosse engolido pelo buraco. O governo estadual liberou nos últimos dias R$ 150 mil e a administração já reservou R$ 50 mil dos cofres municipais para resolver o problema, que nos últimos 20 anos tomou proporções gigantescas.