Lauro Severiano Muller, que havia sido presidente da Província de Santa Catarina, em 1894, e ministro de Indústria e Viação e Obras Públicas no governo Rodrigues Alves, em 1906, quis fazer parte da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro.
Nem um livro, no entanto, havia publicado e para resolver o problema viajou até Paris, na França, em 1912. Reuniu seus discursos e fez publicar em papel grosso e com letras grandes, sendo depois aceito como “imortalâ€.
José Veríssimo, um dos fundadores da ABL, muito revoltado, disse: “Deixemos que a Academia se faça à margem da sociedade a que pertenceâ€. (Contada por Vivaldo Pitta)