Outra que tem o futebol no sangue, herança da família italiana, é a Carolina Brunetto, 21 anos, estudante de relações públicas, em Bauru. Palmeirense, atualmente sofre os ataques da família por ter descolado um namorado corintiano. “Jogo na minha família é uma festa. Reunimos meus tios, avós, primos. É uma farra. Agora que estou em Bauru, já programamos de reunir os amigos para acompanhar os jogos. Eu sou daquelas que não perde uma partida e completa as tabelasâ€, diz Carolina.
Nos jogos de madrugada da última Copa, o churrasco foi substituído por um farto café da manhã. “Não perdemos nenhum. Também gosto de assistir aos jogos de outros países, principalmente da Argentina, só para torcer contraâ€, brinca. Ela recorda que o período de Copa do Mundo muda o comportamento das pessoas. “O País inteiro pára. Você sai no final de semana e o comentário é só futebol. Até na faculdade, onde temos uma turma de 38 mulheres e só 12 homens todas também falam do assuntoâ€, diz.
Esportista, Carolina e as meninas da classe montaram um time para disputar o campeonato de futsal. “Os meninos não conseguiram montar uma equipe. Apesar de não sairmos campeãs, foi muito gostosoâ€, lembra. A palmeirense já prevê que o jogo final da Copa deverá ser assistido em sua cidade natal, Amparo, em grande estilo. “Como estarei em férias, vamos reunir a família e certamente vai ser uma grande festa na cidade. O zagueiro Luizão é de lá e estamos torcendo para ele ir (para Copa). Vai todo mundo para a rua; a cidade vai ficar alvoroçadaâ€, brinca.