09 de julho de 2026
Geral

Paixão pelo esporte está no sangue

Roberta Mathias
| Tempo de leitura: 1 min

Outra que tem o futebol no sangue, herança da família italiana, é a Carolina Brunetto, 21 anos, estudante de relações públicas, em Bauru. Palmeirense, atualmente sofre os ataques da família por ter descolado um namorado corintiano. “Jogo na minha família é uma festa. Reunimos meus tios, avós, primos. É uma farra. Agora que estou em Bauru, já programamos de reunir os amigos para acompanhar os jogos. Eu sou daquelas que não perde uma partida e completa as tabelas”, diz Carolina.

Nos jogos de madrugada da última Copa, o churrasco foi substituído por um farto café da manhã. “Não perdemos nenhum. Também gosto de assistir aos jogos de outros países, principalmente da Argentina, só para torcer contra”, brinca. Ela recorda que o período de Copa do Mundo muda o comportamento das pessoas. “O País inteiro pára. Você sai no final de semana e o comentário é só futebol. Até na faculdade, onde temos uma turma de 38 mulheres e só 12 homens todas também falam do assunto”, diz.

Esportista, Carolina e as meninas da classe montaram um time para disputar o campeonato de futsal. “Os meninos não conseguiram montar uma equipe. Apesar de não sairmos campeãs, foi muito gostoso”, lembra. A palmeirense já prevê que o jogo final da Copa deverá ser assistido em sua cidade natal, Amparo, em grande estilo. “Como estarei em férias, vamos reunir a família e certamente vai ser uma grande festa na cidade. O zagueiro Luizão é de lá e estamos torcendo para ele ir (para Copa). Vai todo mundo para a rua; a cidade vai ficar alvoroçada”, brinca.