09 de julho de 2026
Polícia

Julgamento do caso José Olyntho é adiado

Ieda Rodrigues
| Tempo de leitura: 1 min

O julgamento de Marcelo Gabriel Ferreira e Reinaldo Pereira de Brito, acusados de matar o empresário Nélson Olyntho Machado, desaparecido desde agosto de 2002, foi adiado. Eles iriam a júri popular hoje, em Bauru, mas a Justiça aceitou o pedido da defesa, de que o julgamento fosse marcado em outra data.

Em março deste ano, Fabiano Aparecido Cardoso foi condenado a 16 anos de reclusão em júri popular pela morte do empresário. A defesa pediu um novo julgamento, mas o Tribunal de Justiça (TJ) manteve a condenação. O julgamento, em março, começou com os três réus, mas os advogados de defesa de Brito conseguiram desmembrar o processo ainda no início dos trabalhos.

Horas depois, o advogado de Ferreira pediu adiamento da sessão para seu cliente, que foi concedida. Em um dos casos policiais de maior repercussão dos últimos anos em Bauru, até ontem o corpo de Olyntho Machado não havia sido localizado. Ele foi visto, pela última vez, entrando em um carro com os acusados do crime.

Apesar de um deles, Ferreira, ter confessado que seqüestrou Olyntho e que viu ele sendo espancado pelos outros dois até ficar desacordado, o corpo não foi encontrado. Ferreira afirmou, em depoimento, que Brito, ex-cunhado de Olyntho, e Cardoso pretendiam enterrar o empresário em uma cova que ele viu já aberta na área rural de Agudos.