09 de julho de 2026
Geral

Presidente eleito do TJ abre sala da Apamagis no Fórum

Rafael Tadashi
| Tempo de leitura: 2 min

Com a intenção de facilitar o diálogo entre magistrados bauruenses e os da Capital paulista, o desembargador Celso Luiz Limongi, presidente eleito do Tribunal de Justiça (TJ) do Estado de São Paulo e atual presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis), esteve ontem em Bauru para inaugurar um escritório da associação no Fórum.

De acordo com Limongi, o escritório atenderá aos interesses dos magistrados da cidade, agilizando a solução de reivindicações e funcionando como um canal de comunicação. “A Apamagis tem o dever de dar um certo conforto para os seus juízes. Por isso estou aqui hoje estabelecendo este escritório”, explica.

Limongi - que foi eleito presidente do TJ no último dia 7 - afirma que a questão de honra de sua administração será a convocação do Tribunal Pleno, que é constituído pelos desembargadores que integram o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo para debater sobre a possibilidade de desembargadores mais novos poderem ser eleitos e participarem do Órgão Especial, que delibera sobre assuntos orçamentários, judiciários e penais.

Atualmente, o Órgão Especial é constituído apenas por desembargadores mais antigos. Pela proposta de Limongi, metade das vagas ficaria para os representantes mais novos e a metade restante para os desembargadores antigos.

Reivindicação

Aproveitando a presença do presidente eleito do TJ, que tomará posse no início de 2006, representantes da Associação de Funcionários do Poder Judiciário de Bauru entregaram cópia de reivindicações protocoladas há mais de dez anos e que, segundo eles, já foi encaminhada ao órgão diversas vezes.

A principal reivindicação dos funcionários é a abetura de concurso para cargos de chefia e direção. “Não consideramos justo o cargo por indicação, pois outros profissionais, talvez mais capacitados, estejam deixando de atuar na área por falta de oportunidades”, ressalta o escrevente Benedito Falcão.

Limongi considera as reivindicações legítimas e garantiu que vai analisar os pedidos dos funcionários.