Contando atualmente com uma sala no terceiro andar no Palácio das Cerejeiras, um celular para receber e fazer ligações e um veículo com motorista para deslocar-se aos locais de inundações, incêndios e acidentes, Álvaro de Brito, presidente da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, volta a defender a ampliação do órgão para uma Central Integrada de Emergência. Além de maior infra-estrutura, a central contaria com o telefone 199, semelhante ao 193 do Corpo de Bombeiros e ao 190 da Polícia Militar.
“É um serviço que funcionaria 24 horas por dia, com ligações gratuitas, para facilitar a comunicação da população com a Defesa Civil”, explica. Além do serviço 199, que poderia funcionar numa sala juntamente com o almoxarifado, onde ficariam guardados materiais como colchonetes para serem distribuídos a desabrigados, se for elevado à Central Integrada de Defesa Civil, o órgão teria alojamento para descanso dos funcionários, cozinha e sala de administração.
No local também ficariam estacionados, no período noturno, maquinários da prefeitura como pá carregadeira, caminhão-basculante e caminhão-pipa, para serem usados em caso de emergência. Porém, por enquanto a ampliação da Defesa Civil é apenas um projeto. “A instalação da central custaria cerca de R$ 30 mil e precisaríamos de R$ 30 mil a R$ 40 mil anuais para mantê-la”, estima Brito.
Só o valor da instalação da central equivale à verba que a Defesa Civil teve neste ano inteiro. O órgão é mantido pela prefeitura, recebendo dinheiro diretamente do Gabinete do prefeito.