11 de julho de 2026
Polícia

Polícia Ambiental distribui 900 quilos de alimentos para 3 entidades assistenciais

Thatiza Curuci
| Tempo de leitura: 2 min

A Polícia Ambiental de Bauru distribuiu anteontem 900 quilos de alimentos - arroz, feijão, açúcar, óleo, farinha de trigo e fubá - para três entidades assistenciais do município como resultado da campanha “Natal Sem Fome”, que troca ponteiros de pínus por mantimentos. A doação será encaminhada a famílias carentes em cestas de Natal.

A campanha é desenvolvida há dez anos, sempre em dezembro. “A empresa Duratex doa as pontas de pínus, que ficam na Polícia Ambiental. Cada ponta de pínus, para ser enfeitado como árvore de Natal, é trocada por cinco quilos de alimentos”, conta o tenente e comandante interino da 2.ª Companhia da Polícia Ambiental, Nilson Fidelis da Silva.

Todas os alimentos recebidos pela Polícia Ambiental são repassados a famílias carentes através das entidades. Neste ano, o Centro Espírita Amor e Caridade foi uma das entidades beneficiadas pela campanha. As cestas serão distribuídas a 50 famílias do bairro Águas Virtuosas. Ao longo do ano, o Centro Espírita entrega alimentos para cerca de 20 famílias todo mês. “Cada família tem entre oito e 10 filhos. São todos carentes e ganham até um salário mínimo”, diz o voluntário da entidade, Ogilio Fidelis da Silva.

A Conferência Cristo Redentor, entidade ligada à Paróquia Maria Mãe do Redentor, é outra entidade que recebeu alimentos da Polícia Ambiental. As cestas serão doadas a 12 famílias carentes já cadastradas na entidade e a outras que precisarem. “Além dos quilos de alimentos que a Polícia Ambiental doou, as famílias receberão frango, panetone e refrigerante doados pela paróquia para passar o Natal em melhores condições”, afirma o 1.º tesoureiro da entidade, Nelson Franco.

A terceira entidade beneficiada com a campanha da Polícia Ambiental é a Sociedade de Apoio à Pessoa com Aids de Bauru (Sapab), que vai distribuir os alimentos aos atendidos em seu abrigo, localizado no Parque Jaraguá. “As crianças atendidas no abrigo foram abandonadas ou são órfãs. Os adultos perderam o vínculo com os familiares. Os alimentos serão encaminhados à despensa do abrigo”, diz a assistente social Deborah Aparecida Debs Guizine.

A Sapab atende aproximadamente 103 famílias de pessoas soropositivas. Para receber cesta básica, o paciente precisa ser acompanhado regularmente por médicos e tomar medicamentos contra a aids. “É uma maneira de fazer com que a pessoa soropositiva continue em tratamento”, explica Guizine.