A troca de lâmpadas queimadas é atribuição da CPFL. Por mês, mil delas são substituídas ou porque funcionários identificam o problema (manutenção preventiva) ou quando a empresa é acionada por reclamantes. Neste caso, normalmente, o serviço é executado em 24h, informa o gerente de contas do poder público da empresa, José Roberto Andrade.
De acordo com ele, a queixa deve ser sanada em no máximo 48h. O dado enche de esperanças uma leitora que pediu para ter o nome preservado e procurou o JC para reclamar de uma lâmpada queimada na rua Pernambuco, na Vila Cardia. “Ninguém está se atentando para a falta de segurança. Para quem não tem carro, é difícil. Depois das 22h, não dá mais coragem de sair na rua, principalmente no inverno (quando as ruas estão desertas, além de escuras)”, diz.
Ela também reclama da baixa luminosidade das outras lâmpadas já instaladas. O problema será solucionado quando as de mercúrio forem substituídas pelas de sódio. A demanda de 9 mil substituições seria concluída em período de três anos. “A de sódio ilumina mais e consome menos”, diz o titular da Secretaria Municipal de Obras, Leandro Joaquim.
A economia já bastaria para a administração pública arcar com os custos dos serviços. Segundo Andrade, a CPFL dará uma bonificação à prefeitura de 65% do montante total. O restante seria pago pela administração municipal em 63 vezes. Como as parcelas ultrapassam a gestão Tuga Angerami, o convênio deverá ser apreciado pelo Legislativo, esclarece o gerente da empresa.