Sem querer levantar polêmica, permita-me, dr. Lindolfo Pinheiro, argumentar sobre seu artigo “Sobra Inadimissível”. Concordo que uma boa administração não deveria permitir sobras de caixas, mas se gastar compulsivamente, pode faltar no final! Olha a Lei de Responsabilidade Fiscal! Mas se o dinheiro que se discute é da verba para educação, por que não lutar por dignificar o piso salarial da categoria? Por ocasião das datas-bases, a desculpa é sempre falta de verbas e não gastar além da arrecadação. Basta lembrar em 2005, o abono de R$ 100,00 para evitar incorporações etc, etc. Vamos valorizar o profissional da educação com salário justo que lhe permita reciclar, estudar e acompanhar os progressos acadêmicos, com autonomia e dignidade. Mas falar de justiça num País onde o salário mínimo é R$ 300,00 e o desemprego alarmante... O que fazer!? (Yvete Gorla - RG 5.269.873)