09 de julho de 2026
Nacional

Escuta na Rede Gazeta foi erro

Folhapress
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São Paulo - O inquérito policial que apura o grampo na Rede Gazeta concluiu que houve erro cometido por um funcionário da operadora de telefonia celular Vivo, no Espírito Santo. Ele trocou o número da empresa a ser investigada pelo da empresa jornalística. O número da Telhauto é o 9944-6362; o da Gazeta, 9944-6352.

O delegado Joel Lyrio diz que o empregado da Vivo não soube dar uma resposta técnica para o equívoco.

O caso começou após a interceptação telefônica autorizada pelo desembargador Pedro Valls Feu Rosa. A escuta foi solicitada a um juiz por dois delegados da Polícia Civil, em 23 de março de 2005. Cinco dias depois, o desembargador autorizou o grampo.

Os policiais investigam o assassinato do juiz federal Alexandre Martins, morto a tiros em março de 2003, em Vila Velha (ES). Os delegados apuram se a suposta empresa é de um dos possíveis envolvidos no crime. Lyrio afirma que essa foi a primeira etapa das investigações. A Vivo emitiu nota em que diz aguardar a conclusão do caso na Justiça.