Técnicos da Agência Bauru da Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental (Cetesb) estiveram na Bunge Alimentos no domingo e constataram a emissão de partículas de lã de algodão. A empresa foi notificada a corrigir o problema, sob risco de autuação, explica Alcides Tadeu Braga, gerente da Agência Bauru da Cetesb.
“A lei prevê a advertência antes da multa, fizemos a notificação para correção do problema de imediato. Vamos fazer nova fiscalização até o final de semana”, conta. Se a fábrica continuar emitindo as partículas de algodão, fica sujeita à multa de até R$ 65 mil.
Braga ressalta que, além da emissão das partículas de lã de algodão, a Cetesb também cobra da fábrica solução para o odor forte que exala durante a decomposição de farelo e algodão. “Matéria orgânica, durante a decomposição, depois da chuva, exala odor”, comenta Braga.
Em agosto do ano passado, a Bunge Alimentos foi advertida por este problema, que foi sanado. No início do ano, a fábrica foi multada pela emissão de pó preto na caldeira.