10 de julho de 2026
Polícia

Pedreiro é morto a pauladas em briga ocorrida no Jardim Tangarás

Thatiza Curuci
| Tempo de leitura: 2 min

O pedreiro Claudival Leão, 28 anos, foi morto a pauladas após se envolver um uma briga no início da madrugada de ontem, no Jardim Tangarás, bairro em que mora. A Polícia Militar (PM), recebeu ligação anônima informando que na quadra 2 da rua Flávio Aredes Lopes havia várias pessoas brigando.

Quando os policiais chegarem no local, encontraram Leão caído no chão, com ferimentos na cabeça. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e os funcionários da ambulância, ao examinarem o rapaz, constataram que ele já estava morto, devido aos ferimentos sofridos.

Conversando com testemunhas, os policiais apuraram nomes de três pessoas - dois homens e uma mulher - que foram vistas brigando com a vítima. Junto ao corpo do rapaz, a polícia localizou uma faca, um pé de sapato e um pedaço de vassoura. Os objetos foram apreendidos pela polícia.

Segundo o delegado titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), J. J. Cardia, os objetos pertenciam à vítima. Questionado sobre a possibilidade do rapaz ter sofrido ferimentos à faca, o delegado disse que só saberá se houve outras agressões após o laudo necroscópico.

O delegado não revelou os nomes, idades ou qualquer outra informação dos três suspeitos de terem agredido o pedreiro. A estratégia é necessária, segundo Cardia, para conseguir localizar os suspeitos, sem prejudicar as investigações. “Se divulgarmos mais informações, fica mais difícil localizar os suspeitos”, explica.

Segundo Cardia, testemunhas foram ouvidas ontem, e agora a polícia trabalha para localizar os autores do homicídio. “Já temos o nome dos suspeitos, só falta encontrá-los”, diz.

Uma moradora da rua Flávio Aredes Lopes, que não quis se identificar, disse que os vizinhos estão comentando o homicídio, mas ela não sabe detalhes porque estava em casa e não ouviu a briga. Outra moradora que não se identificou também disse que não viu nem ouviu movimentação diferente do normal na madrugada de ontem. Ela disse que mora há um ano no local e não conhece a família nem mesmo a vítima. Apenas ouviu falar sobre o homicídio por conversas com a vizinhança.