As coisas de metal passaram a ser mercadorias importantes. Mas era preciso muito conhecimento para fazer essas coisas. Então, quanto mais bonita, mais a mercadoria valia. E assim surgiram as peças pequenas, que circulavam como dinheiro. É o caso das moedas faca e chave, que eram encontradas no Oriente e do talento, moeda de cobre ou bronze, com o formato de pele de animal, que circulou na Grécia e em Chipre.
Os primeiros metais utilizados para fazer moedas foram o ouro e a prata. Eles eram raros, bonitos e duravam bastante. A cunhagem de moedas em ouro e prata se manteve durante muitos séculos.
O dinheiro variou muito em seu aspecto físico, ao longo dos séculos. As moedas já se apresentaram em tamanhos bem pequenos, como o stater, que circulou em Aradus, Fenícia, atingindo também grandes dimensões como as do dáler, peça de cobre na Suécia, no século XVII.
Embora, hoje, a forma circular seja adotada em quase todo o mundo, já existiram moedas ovais, quadradas, poligonais etc. Foram, também, cunhadas em materiais não-metálicos diversos, como madeira, couro e até porcelana. Moedas de porcelana circularam na Alemanha, quando, por causa da guerra, este país enfrentava grave crise econômica.
As cédulas - de papel -, geralmente, se apresentam no formato retangular e no sentido horizontal, observando-se, no entanto, grande variedade de tamanhos. Existem, ainda, cédulas quadradas e até as que têm suas inscrições no sentido vertical. Elas retratam a cultura do país emissor e nelas podem-se observar motivos característicos muito interessantes como paisagens, tipos humanos, fauna e flora, monumentos de arquitetura, líderes políticos, cenas históricas etc.
As cédulas apresentam, ainda, inscrições, geralmente na língua oficial do país, embora em muitas delas se encontre, também, as mesmas inscrições em outros idiomas. Essas inscrições, quase sempre em inglês, visam a dar à peça leitura para maior número de pessoas.