11 de julho de 2026
Esportes

Vôlei: Partida terá encontro de ‘mãe’ e ‘filha’ hoje

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

A líbero carioca Fabi, do Rexona-Ades, tem 25 anos de idade, apenas cinco a mais do que a líbero paulista Stephany, do BrasilTelecom (DF). Mas a partida entre as duas equipes hoje, às 16h, pode ser considerada como um encontro de “mãe” e “filha”. Isto porque as duas se tornaram grandes amigas na extinta equipe Oi/Campos na última Superliga, onde atuaram juntas.

A partida de hoje, válida pela quarta rodada da segunda fase classificatória da Superliga feminina de vôlei 2005/2006, será disputada no ginásio da Faculdade Planalto, em Brasília.

Fabi se torna ainda mais falante quando perguntada sobre sua amizade com Stephany. “Ela tinha acabado de passar para a posição de líbero e foi aprender em Campos. Como éramos da mesma posição, ficamos amigas. Ela até me chama de mãe, apesar de a diferença de idade não ser tanta. Fico feliz de ter contribuído para ela ser uma jogadora melhor”, diz Fabi, que ocupa a segunda colocação nas estatísticas de recepção da Superliga, com 56,50% de eficiência.

“Filha” obediente, Stephany confirma o “apelido”: “Jogar contra a Fabi vai ser como reencontrar minha mãe. Desde o primeiro dia em que cheguei a Campos ela me dava conselhos, dicas e até broncas. Ela é o melhor exemplo de líbero que tenho. Vê-la treinando dá até gosto”, lembra a jogadora, terceira colocada nas estatísticas de recepção (54,39%).

Enfrentar o líder invicto da Superliga feminina é uma missão difícil, mas Stephany tem idéia do que deve fazer na quadra. “Temos que sacar forte e fugir da recepção da Fabi. O negócio é não deixar a bola chegar na mão da Fernanda Venturini (levantadora). Temos que jogar soltas, mas com responsabilidade”, diz.

Apesar da boa campanha do Rexona-Ades, que perdeu apenas cinco sets em 11 jogos pela Superliga feminina, a líbero carioca acredita que ainda é possível melhorar. “Precisamos evoluir em todos os fundamentos e estamos trabalhando para isso”, conta.