Como reagir diante da certeza dos criminosos a respeito da impunidade? Como podem os defensores dos “direitos humanos” de criminosos, bem como os legisladores de modo geral manterem o entendimento de que nossa constituição, nossas leis, da maneira como estão hoje, podem recuperar para a vida em sociedade esse tipo de gente?
Até quando ficaremos reféns desse tipo de ser humano, totalmente degenerado pelas drogas e comportamento permissivo, onde tudo pode, tudo está justificado pelas eternas desculpas de que “são pobres e carentes” ou “são ricos e carentes” ou “são menores abandonados na rua” ou “são menores abandonados dentro da própria casa” e outras infindáveis desculpas igualmente inaceitáveis?
O fato de ser pobre ou rico não determina o caráter e a honestidade de ninguém! Se alguém for capaz de cometer um crime hediondo, deveria ser igualmente capaz de receber a punição proporcional à gravidade de seu crime. Sempre fui contra a pena de morte, porém, diante dos fatos despejados em nossos ouvidos e esfregados em nossa cara pela mídia de modo geral, não tem como não pensar nesse assunto.
Temos que enfrentar os fatos, existem algumas pessoas que não mudam seu comportamento diante dos ensinamentos da própria vida, fazem suas escolhas e prosseguem em seus crimes e delitos menores, com a certeza da impunidade. Não existe ação, palavra ou religião que mude isso.
Na medida em que existiu a execução de um crime, quem o cometeu deveria ser punido dentro da lei, não importando a classe social ou a idade do criminoso, todos deveriam ter a certeza de que a punição existiria, proporcional à gravidade do ato criminoso, sem qualquer interpretação distorcida dos profissionais especializados em driblar nossas frágeis leis neste país. Tantas alterações foram feitas na constituição para acomodar as conveniências de verdadeiras quadrilhas de “políticos”, porque não podemos, como sociedade civil, acabar com essa palhaçada de impunidade para crimes hediondos?
Quando vamos realmente nos organizar e sem qualquer conotação político/partidária, modificar nossa constituição e exigir responsabilidade e ética de nossos legisladores! Basta de defender os “direitos humanos” de criminosos, são seres humanos como todos os demais e deveriam realmente pagar pelos seus erros, assim como todos nós pagamos – e caro – por erros que muitas vezes nem são nossos! (Lúcia Francisco - RG 12.326.165)