Isolina comentou nesta valiosa Tribuna a falta de atenção do prefeito e assessor em não lhe ter atendido para lhes dar valiosas opiniões. Isso é comum em grande parte da administração pública em geral. Caso idêntico aconteceu no início da gestão Lula, tendo ele deixado de receber a visita de Ermírio de Moraes, o maior empresário brasileiro, que lhe poderia ter dado boas orientações administrativas e, a seguir, recebeu o “Rainha”, para lhe oferecer verbas para as invasões de fazendas que nada trazem de bom resultado para o povo em geral. Note a diferença. Na gestão Nilson, fui ao DAE, pedi à diretora que me atendesse, para lhe apresentar o meu projeto sobre despoluição e enchentes do Ribeirão Bauru e ela não me atendeu. Iria dizer-lhe que as águas do Córrego das Flores, debaixo da av. Nações Unidas e da Fonte do Castelo, ao se encontrarem, interrompem a correnteza do Ribeirão, originando as enchentes e que, ao derivar a entrada desses dois córregos a 50 metros mais para baixo, formaria uma correnteza maior para os três e, com isso, as águas do Córrego das Flores levariam um maior volume de águas e as enchentes desapareceriam.
Resultado: ela fez um novo canal paralelo ao já existente, gastando 400 mil reais, além de apresentar o projeto do piscinão no alto da avenida imaginando levar água morro acima. Isolina, não se aborreça. Vamos continuar a luta por Bauru e sua gente e pedir ao Tuga que, ao invés de demitir 37 funcionários, desabrigando suas famílias, que se demita ele mesmo, e, assim, ao invés de 37, seja um só.
Carlos Sandrin - advogado, ex-comerciante