09 de julho de 2026
Política

IPTU à vista vence hoje e pode render R$ 30 milhões

Nélson Gonçalves
| Tempo de leitura: 2 min

Vence hoje o prazo para pagamento à vista do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) ou a primeira parcela. Com o início dos pagamentos, a administração municipal espera somar R$ 30 milhões de receita com o imposto neste ano, contra perto de R$ 24 milhões em 2005. A previsão de receita total no ano com o IPTU já leva em consideração a inadimplência média de 30% registrada em cada exercício.

O IPTU à vista deveria vencer na semana passada. Mas o governo teve problemas no processo de confecção dos carnês, prorrogando o prazo para o vencimento. As condições para quitação à vista ou o parcelamento continuam iguais. O pagamento à vista gera 10% de desconto. O parcelamento pode ser feito em quatro ou 10 vezes.

A única restrição é que para o carnê com valor de até R$ 20,00 não há parcelamento. Para quem tem imposto total de R$ 20,00 a R$ 74,55 o parcelamento pode ser em quatro vezes, sem desconto. A quitação antecipa rende 10% de desconto em qualquer situação. O imposto a partir de R$ 74,55 pode ser parcelado em até 10 vezes.

O IPTU pode ser pago na rede bancária, em agências lotéricas e nos postos dos Correios.

Segundo informações da assessoria de comunicação da Prefeitura Municipal, foram emitidos 170.220 mil carnês neste ano, dos quais 95.531 mil são referentes ao imposto predial (construções) e 74.689 ao imposto territorial.

O total de lançamentos do IPTU neste ano alcançou R$ 43 milhões, contra R$ 35 milhões no ano passado. Descontada a inadimplência média anual, a prefeitura pode receber até R$ 30 milhões do imposto neste exercício.

A cifra ainda é considerada modesta para as pretensões de investimento da administração. O IPTU teve os valores de lançamento revisados neste ano, com 50% do valor venal (valor de mercado) das construções e 60% para o valor venal dos terrenos.

A revisão foi realizada com base em projeto de lei do Executivo aprovado pela Câmara Municipal de Bauru. A revisão não era concretizada através de lei desde 1993.