• Frigideira
Na Câmara Municipal já é dada como certa a saída da secretária municipal de Saúde, Tereza Faifer. O vereador Marcelo Borges (PSDB) comentou que a secretária talvez não fique no cargo até o final desta semana. Segundo ele, há um processo de “fritura” da secretária dentro da própria administração, opinião compartilhada por Paulo Madureira (PP).
• Sindicância
O presidente da Câmara Municipal, Toninho Garmes (PSDB), abriu sindicância para apurar o sumiço de alguns componentes de informática. Garmes ressaltou que os componentes podem ter sido utilizados sem que fosse dado baixa no patrimônio. Em todo caso, o presidente resolveu apurar, para ter certeza que não houve desvio de material.
• Sucatões
A comissão formada para estudar mudanças na legislação que regulamenta o funcionamento de estabelecimentos que trabalham com sucatas se reúne amanhã, às 10h, na Câmara Municipal. O vereador João Parreira (PSDB), que preside a comissão, ressaltou que vários estabelecimentos vendem fios de cobre que são furtados de empresas e residências. Na reunião serão apresentados os resultados dos trabalhos da comissão e sugestões para mudanças na legislação em vigência.
• CPFL/dívida
Outra audiência pública será marcada nos próximos dias pela Câmara Municipal. O vereador Primo Mangialardo (PV) encaminhou requerimento solicitando a realização de audiência para discutir, entre outros assuntos, a dívida da prefeitura com a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL). A data provável é dia 14 de março, às 9h.
• Cobranças
Em 2004, o então prefeito Nilson Costa (PPS) fez uma confissão de dívida de R$ 14,7 milhões, valor que é questionado pela atual administração e pelos vereadores. Mangialardo também quer que a empresa de energia apresente proposta para a prefeitura pagar a dívida, mas com os valores reais, além de um projeto de iluminação pública para Bauru.
• Em debate
“É um absurdo vereador ter que pedir bicos de luz na tribuna. Isso é responsabilidade da administração e da CPFL”, discursou Mangialardo. O assunto rendeu grande debate na cidade em 2004, motivado por questionamentos feitos pelo JC e por representantes da população. Pode voltar à ordem do dia a qualquer instante.
• Interventor?
Em meio às discussões sobre a terceirização da Emdurb, o vereador Marcelo Borges não perdeu a chance de alfinetar a administração. Segundo ele, o diretor financeiro da empresa, Paulo Gobbi, foi colocado lá para ser interventor e corrigir as eventuais falhas de administração do presidente da empresa Renato Purini. O vereador Faria Neto (PDT) rebateu dizendo que Gobby não é interventor. Pelo andar da carruagem, a audiência pública de quinta-feira vai ser quente.
• Na Justiça
O PT vai mesmo entrar com ação civil pública contra a cobrança do IPTU na cidade com base na planta genérica de valores aprovada pela Câmara no final do ano passado. Segundo a presidente do partido, Estela Almagro, a cobrança é ilegal porque a prefeitura publicou a lei com erros no Diário Oficial, e perdeu o prazo para corrigir. “Essa cobrança só deveria ser feita no próximo ano”, disse Estela.