07 de julho de 2026
Auto Mercado

Satisfeitos

Marcelo Ferrazoli
| Tempo de leitura: 2 min

As provas de que a manutenção correta é o segredo do sucesso para aproveitar o potencial dos carros 16V são seus proprietários.

O instrutor mecânico bauruense Osmar Souza Boico é um deles. Dono de um Gol 1.0 16V há quatro anos, Boico ressalta não ter do que se queixar do veículo. “Estou satisfeitíssimo. Além de econômico, ele rende tão bem como um modelo 1.6, principalmente nas respostas de acelerações. Além disso, nunca tive qualquer problema mecânico com ele, a não ser efetuar a manutenção básica e essencial que todo e qualquer carro precisa”, destaca.

E ele realmente é rigoroso com a conservação do veículo. Além de efetuar a troca do óleo e do filtro de óleo sempre em intervalos de quilometragem que não ultrapassam os 5 mil quilômetros, não descuida da correia dentada, substituída após o carro completar cerca de 50 mil quilômetros. “É um ótimo carro e não tenho restrições”, sustenta.

Já o instrutor Benedito Bautz, que atualmente possui um 8V, também já passou pela experiência de ser dono de um 16V há cerca de dois anos e meio. Nesse período, ele garante que sempre o manteve em ordem e, por isso, nunca teve dores de cabeça. “Só tive a infelicidade de, durante uma chuva, ter deixado o motor aspirar água, o que provocou um dano enorme que me custou mais de R$ 3 mil para consertar”, recorda.

No entanto, Bautz salienta que, após os reparos, rodou ainda mais 15 mil quilômetros com o carro e, só depois disso, o vendeu. “Não o arrumei com a intenção de vender, pois era um veículo muito bom. E hoje, mesmo tendo um 8V, se tivesse a chance de ter outro 16V eu compraria normalmente”, finaliza.

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Saiba Mais

• Correia Dentada

Componente responsável pela sincronização do virabrequim com o comando de válvulas que, na prática, regula os quatro tempos dos motores: admissão, compressão, explosão e escape.

• Carbonização

Depósitos de carvão ou de “goma” em peças do motor em função da má queima do óleo lubrificante ou do combustível.

Fonte: engenheiro mecânico Marcos Serra Negra Camerini