09 de julho de 2026
Regional

Aterro sanitário é reprovado pela Cetesb

Adilson Camargo
| Tempo de leitura: 1 min

Barra Bonita - Ao mesmo tempo em que se preocupa com uma área para a expansão do distrito industrial, a Prefeitura de Barra Bonita busca também um novo local para depositar o lixo doméstico produzido na cidade.

Levantamento recente divulgado na semana passada pela Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental (Cetesb) classifica o aterro sanitário de Barra Bonita como o pior da região.

De acordo com os cálculos da prefeitura, para resolver o problema do lixo, atendendo às normas legais, com manta, drenagem e lagoa de tratamento, entre outras exigências, será necessário um investimento de R$ 3 milhões.

Sem dinheiro para uma ação imediata, a prefeitura anunciou algumas medidas emergenciais, como colocar piçarra na estrada que dá acesso ao aterro. Isso facilitaria o trânsito de máquinas e caminhões no local. Segundo a prefeitura, em dias de chuva o acesso das máquinas ao aterro é muito difícil e o lixo fica sem a cobertura de terra necessária.

O município produz diariamente de 20 a 25 toneladas de lixo. A área para o novo aterro já foi aprovada pela Cetesb, segundo a prefeitura. Ela fica a cerca de um quilômetro do aterro atual, no bairro Campos Salles, às margens da rodovia Otávio Pacheco de Almeida Prado, entre Barra Bonita e Jaú.

Enquanto o novo aterro não entra em operação, o prefeito Mário Donizete Teixeira (PT) estuda a possibilidade de depositar o lixo da cidade em um aterro particular de Botucatu. De acordo com a assessoria de imprensa, a prefeitura está analisando o valor a ser pago pelo aluguel e o custo do transporte do lixo até Botucatu.

Outra alternativa, segundo a assessoria, seria construir uma vala simples na área onde será instalado o novo aterro. Nessa vala, daria para depositar lixo durante seis meses.