O instrutor Márcio José Pinheiro Teixeira, considera o arvorismo, dentre as atividades de aventura, a mais democrática. Qualquer pessoa pode praticar. Não é preciso ser atleta, basta ter disposição e coragem para superar os desafios.
“É acessível a todos. Inclusive idosos, crianças, pessoas portadoras de deficiência. Isto porque tem um efeito de radicalidade fácil de ser absorvido por qualquer pessoa”, explica. “O impacto no corpo é pequeno, não exige força, apenas um nível de habilidade que todos têm”, afirma.
Não é apenas pelo prazer de transformar-se, mesmo que por algumas horas, em aventureiras que as pessoas têm praticado o arvorismo. A prática estimula a capacidade individual, exercitando o corpo e a mente, desenvolvendo o equilíbrio interior e aliviando o estresse diário através da adrenalina.
Além de proporcionar aventura e integração com a natureza aos participantes, o arvorismo também é instrumento de desenvolvimento humano. Por isso, no Brasil, a prática tem sido procurada por empresas para treinamento de executivos.