09 de julho de 2026
Cultura

À primeira vista

Adriana Fricelli
| Tempo de leitura: 1 min

O primeiro contato com a música marcial ocorreu em 1998, quando o músico Willian Rocha foi a passeio aos Estados Unidos e assistiu à apresentação de um grupo. “Fiquei encantado, porque é um estilo muito rico. Além da qualidade sonora, é visualmente bonito”, conta Lomba, que toca bateria desde criança e atualmente cursa o terceiro ano de música na Universidade do Sagrado Coração (USC).

Ao retornar ao País no ano seguinte, o músico procurou algo semelhante e encontrou no colégio Liceu de Bauru uma oportunidade. “Lá, coordeno uma banda marcial com os alunos, mas é um estilo diferente, um pouco mais conservador”.

No ano de 2000, a febre das bandas marciais americanas estendeu-se também ao Brasil por meio de um de seus maiores representantes, o músico americano John Thomas Grant. “Ele montou o grupo Tcha Degga Da, formado por aproximadamente 30 pessoas de todo o Brasil, que se reúnem mensalmente para ensaiar. O John está nos ensaiando para um campeonato internacional, realizado no ano que vem”, adianta Lomba, responsável, no grupo, pela caixa. Além desses projetos, o músico se prepara para ir a Belém do Pará, em maio, onde ministrará um workshop sobre banda marcial com duração de três dias.