08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Nélson de Castro Ramos


| Tempo de leitura: 1 min

Este é o nome de um pai que podemos escrever e sentir como verdadeiro, onde exala amor, compreensão, honestidade e sabedoria. O seu lema era a retidão sempre, e em todos os momentos o exemplo era demonstrado em suas atitudes.

A história que nos contava do “Cachorrinho Fiel” era fantástica pela forma como conduzia toda a interpretação do verdadeiro contador de história, deixando sempre a mensagem de reflexão. A música que cantava e as melodias para nos fazer “ninar” nos conduzia ao plano alfa... “... quando lá no meu ranchinho, tô esquentando o meu foguinho, garro triste a recordá. A recordá com saudade, o tempo da mocidade, que jamais há de vortá...”

Era para lá que nos transportava, o tal “ranchinho” asseado, onde ele vivia sossegado, feliz como não sei o que... “... ali não faltava nada, dava gosto inté de vê...”

Pois é, não faltou nada para este homem chegar ao céu, juntamente com o seu anjo da guarda e com o Nosso Senhor Jesus Cristo. Temos convicção disto pelas sementes que nos deixou, através da forma que demonstrava... quando certa vez voltou à mercearia para devolver uma moedinha que o caixa lhe entregou por engano.

Atos nobres que semeados já estão germinando, felizmente!

Pai, obrigada pela presença em nossas vidas durante sua existência. Obrigada pelas lições, “puxões de orelha”, palavras de amor e carinho, compreensão. Obrigada pelas histórias e melodias... Obrigada pelas sementes que deixou em seus filhos e nas pessoas por quem o rodeou. você foi e continua sendo o nosso exemplo de vida! Te amamos, seus filhos.

Regina Ramos - RG 4.182.438