Um espetáculo único no mundo. Não existe em qualquer outra parte do planeta visão tão espetacular. A ponto de deixar o Niágara, na divisa dos Estados Unidos com o Canadá, com ciúmes.
Foz do Iguaçu merece ser visitada por turistas do mundo todo tamanha a sua grandiosidade. Mas até hoje, passados mais de 60 anos da inauguração do Parque Nacional de Foz do Iguaçu, a maioria privilegiada em ver, sentir e curtir aquela imensidão de água continua sendo de estrangeiros.
Com destaque para japoneses, alemães, escandinavos, americanos, canadenses, holandeses, franceses e italianos, incluindo reis, rainhas e princesas.
Por conta da nobreza e do cacife dos “gringos”, não é um dos destinos mais baratos em termos de Brasil. A dica, portanto, é comprar uma excursão numa agência de viagem.
A diferença entre ir em grupo ou só chega a 100%. Por exemplo: para saídas em maio, a CVC tem pacotes a partir de R$ 498,00, com passagem aérea e hospedagem. Metade do preço de uma passagem aérea (só a passagem) para lá.
Aí vem a pergunta: mas como tanta gente vai e volta de Foz do Iguaçu sem falar em despesas?
É que neste caso a coisa muda de figura. Quem vai e volta na maior economia são os sacoleiros, que nem conhecem a cidade direito.
O bate-e-volta só dá direito a quilômetros de estrada, travessia da Ponte da Amizade e compras em Ciudad del Este. Coisa de profissional. Nada de turismo, embora a associação compras e Foz exista entre sacoleiros e viajantes.
Ciudad del Este é sinônimo de boas compras. A cidade argentina andou vazia, “assombrada” anos a fio por conta da suspensão do turismo de compras, mas agora, com a queda do dólar, voltou a ser o quente para quem procura eletrônicos e informática. Como ocorre em “zonas francas”, com grande concentração de pessoas, alguns cuidados continuam merecendo atenção: olhos bem abertos com os batedores de carteiras, que muitas vezes podem ser mulheres que fingem trombar com as pessoas nas ruas para roubar; nunca pegue um táxi antes de combinar o preço - os taxistas costumam cobrar o dobro dos desavisados -; também não confie nos preços dados pelos camelôs e pesquise bem antes de comprar qualquer coisa. Teste os aparelhos para verificar se realmente funcionam.