09 de julho de 2026
Política

Ação vai dividir cidade em 6 eixos

Nélson Gonçalves
| Tempo de leitura: 2 min

Para implementar o programa, o chefe de Gabinete, Paulo Canalli, conta que a cidade está sendo dividida em seis eixos urbanos. O objetivo do governo é fazer com o plano de recuperação e embelezamento físico urbano atinja todos os principais eixos de avenidas, indo além das tradicionais Rodrigues Alves, Nuno de Assis, Nações Unidas e Comendador da Silva Martha.

Para dar respaldo ao programa, a administração também está adquirindo cinco tratores com roçadeira, 240 litros de herbicida químico, sete máquinas de recortar asfalto, sete compactadores de solo e um milhão de quilos de massa asfáltica, além de outros produtos e luvas, botas e equipamentos de segurança para as frentes de trabalho..

“Cada eixo terá duas frentes de trabalho, uma em cada ponta. Detalhamos todos os setores, incluindo praças, distância, número de bocas de lobo a serem limpadas e quarteirões cobertos por cada frente de trabalho”, explica Canalli. Segundo ele, serão realizados serviços adicionais como consertos de guias e sarjetas, limpeza de bueiros e plantio de árvores onde for detectada carência.

“Para cada equipe via estar junto um fiscal da Seplan para verificar a necessidade do morador também reparar sua calçada. Vamos roçar o canteiro central das avenidas e cuidar para que não falte material ao longo do programa. Cobertas as regiões, voltamos para os eixos estabelecidos, porque é um programa para ser permanente”, descreve.

Parte da mão-de-obra utilizada na ação de recuperação física será obtida junto ao Instituto Penal Agrícola (IPA), através de contrato de prestação de serviço voluntário já em negociação. “Vamos começar com 50 reeducandos nas frentes de trabalho no início, podendo chegar a 150 no total, com a definição de um perfil de reeducandos para essa ação, conforme solicitado pela prefeitura junto ao IPA. A administração vai contar com monitores em cada frente, orientado e coordenando as ações”, acrescenta.

Outro projeto que será ampliado nesta fase é a instalação de bloquetes em ruas secundárias na periferia. “Nesses locais de menor tráfego vamos aproveitar que o cimento é mais barato e atender o que for possível dos 30% de ruas de terra ainda existentes”, acrescentou Tuga. Segundo Angerami, o governo quer lançar o programa e mantê-lo ao longo do tempo, para não perder o “efeito de continuidade”.