Seul - O presidente da Hyundai, Chung Mong-koo, foi preso ontem na Coréia do Sul, acusado de desviar dinheiro da empresa para criar um fundo para subornar funcionários do governo. A empresa é a maior montadora do país asiático.
De acordo com a legislação sul-coreana, ele pode ficar preso por até 20 dias. Segundo promotores, Chung foi detido porque poderia destruir provas importantes para a investigação em curso. Os executivos da Hyundai usaram o dinheiro do fundo para pagar pelo menos dois lobistas para que eles obtivessem favores do governo, como permissões para construções, de acordo com as acusações.
A investigação, que começou no mês passado, reacendeu preocupações de investidores sobre conglomerados sul-coreanos dirigidos por famílias, conhecidos como “chaebol”, vários dos quais foram envolvidos nos últimos anos em escândalos de corrupção e governança corporativa falha.