É difícil discutir uma política de relações exteriores com um posicionamento ortodoxo único. Há muito interesse entre as partes envolvidas. No caso da “nacionalização das reservas de petróleo e gás boliviano”, com prováveis custos futuros para o Brasil, será que não há motivação menos patriótica, como potencializar recursos para campanhas político-eleitoreiras? (José Marta Filho - professor universitário)