08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Maria


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Disse-lhe então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus, e eis que em teu ventre conceberás e darás à luz a um filho, por-lhe-ás o nome de Jesus - São Lucas 1.30 e 31.

Maria, ou Madona, como é chamada pelos italianos, tem sido o grande ponto de divisão entre Roma e o mundo evangélico, além doutros chamados dogmas como o celibato. Mas sobre Maria, que é um fator claríssimo, a Igreja bem poderia rever, como dissera Dalai Lama, isto porque em nosso século a Bíblia Sagrada está ao alcance de quase todos, do que na escuridade dos séculos passados, quando a Igreja fizera a elevação desta (Maria) à mãe de Deus (mater dei), assunção ao céu da mesma, e que ela não teve filhos com José: Tiago, José, Simão e Judas, além de filhas, não mencionados os nomes, embora que hoje pode ser muito tarde para rever tudo isso, conforme diz a Bíblia, pode ser também, muito vergonhoso e de ter que pedir perdão ao mundo todo, como nos casos das terríveis perseguições desta, nesse tempo passado; poderá haver a revolta e a indignação (chateação) dos próprios devotos.

O artigo “O que fizeram de ti, Maria!” ressalta muito bem o que ela própria jamais imaginara, que sendo ela temente a Deus, alguém fosse transformá-la em mãe do seu próprio senhor e Deus, fazendo-a uma deusa, e nunca jamais e em tempo algum se permitiria ter a adoração, exaltação ou veneração, que é apenas exclusividade única ao Pai, criador dos céus e da terra, e Deus dela própria, agraciada por ele mesmo para ser a mãe, segundo a carne, de nosso senhor, único mediador e salvador, Jesus Cristo.

No século V, ano 431, a Igreja proclamou ao mundo este terrível sacrilégio, em elevar uma humana como divina, e ainda a ser “mãe de Deus” (mater dei); mesmo que nos fizeram assim obcecados, devemos apenas temer somente ao senhor nosso Deus, que é o princípio de toda sabedoria. Grato!

Carlos Roberto dos Santos - RG 43.681.098