08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Neste 2º domingo de Maio


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Quero aqui expressar todo o sentimento possível que uma pessoa possa ter com a sua segunda “Mãe”.

Segunda “Mãe” essa que há vinte e oito anos sempre agiu para com todos, com uma complexidade totalmente voltada para a nobreza do amor. Segunda “Mãe” essa, que por todas as dificuldades enfrentadas aos longos destes anos, nunca jamais desmoronou sob quaisquer aspectos. Segunda “Mãe” essa, que com carinho e humilde determinação, e muito, mais muito amor, adquiriu entre os seus o respeito e admiração.

Segunda “Mãe” essa, forte mentalmente e espiritualmente transpassando os limites de fidelidades, não só para com seus filhos, mas também para todos que as circundam.

Segunda “Mãe” essa que com dignidade e sempre fiel à responsabilidades de dona do lar, da educação e, principalmente, com palavras de carinho ao próximo.

Segunda “Mãe” essa que, além de cuidar maravilhosamente dos filhos, também cuida com muita destreza para com seu neto, nora e primordialmente com seu esposo.

Esta segunda “Mãe” a que me refiro é a “Mãe” dos meus filhos, pequena na estatura mas enorme na fé, devoção, amor e serenidade, pois a minha primeira mãe já mora com Deus e foi com ela que esta “Segunda Mãe” aprendeu e desenvolve até hoje os mais sábios fundamentos da fraternidade.

Eduardo Donizeti Mantovani