09 de julho de 2026
Polícia

Pânico nas principais cidades do Interior


| Tempo de leitura: 3 min

Diário do Grande ABC (Santo André)

No início da tarde de ontem, por volta das 15h, os mais diversos boatos correram como rastilho de pólvora. Em questão de minutos, o comércio baixou as portas e as pessoas corriam desesperadas para casa, na tentativa de se proteger de uma ameaça invisível, como se tivessem um alvo pintado nas costas.

Folha da Região (Araçatuba)

A Universidade Paulista (Unip) suspendeu as aulas que aconteceriam na noite de ontem no câmpus de Araçatuba. De manhã e de tarde as aulas foram normais. No início desta noite, a Fundação Educacional de Araçatuba (FEA) tomou a mesma medida. De acordo com o diretor regional da Unip, parte dos estudantes da universidade é de cidades que tiveram rebeliões em unidades prisionais.

Cruzeiro do Sul (Sorocaba)

Com medo de ataques, os lojistas fecharam as portas mais cedo. Às 15h, os funcionários não fizeram mais o atendimento aos clientes. Uma rede de lojas de eletrodoméstico acomodou cerca de 700 clientes que passavam e faziam compras no local e fechou as portas.

Tribuna Impressa (Araraquara)

Um onda de boatos sobre possíveis ataques da facção criminosa PCC tomou conta da cidade ontem à tarde e fez com que comerciantes fechassem as portas mais cedo e universidades suspendessem as aulas. Alguns supermercados, farmácias e postos de gasolina também pararam as atividades antes do horário habitual. Os três shoppings também fecharam.

Jornal de Limeira (Limeira)

Limeira não escapou sem mortos e feridos da onda de ataques supostamente procedente do Primeiro Comando da Capital (PCC). Nove mortos, sendo dois policiais militares, foi o saldo do final de semana no município. Apenas na madrugada de ontem. foram quatro mortes. O embate mais violento ocorreu após um atentado a tiros contra a base comunitária 4 da Polícia Militar. Os envolvidos abriram fogo contra policiais civis e militares, dando início a uma perseguição.

Jornal de Piracicaba (Piracicaba)

No comércio do Centro, Bairro Alto, Vila Rezende, Paulista, Jardim Elite e Santa Teresinha, as lojas foram fechadas por volta das 12h30. Segundo levantamento da Acipi, 95% das lojas do Centro e 99% das lojas dos bairros fecharam suas portas durante toda a tarde de ontem.

Diário da Região (São José do Rio Preto)

Escolas, creches e lojas fecharam as portas. O atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) foi prejudicado e o Fórum, fechou às 17 horas. Segundo o comandante do 17º Batalhão da Polícia Militar do Interior, capitão Ivano Pedro Rodrigues Filho, até o final da tarde de ontem, com exceção de três ônibus e uma agência bancária, não foram confirmados outros ataques na cidade.

Correio Popular (Campinas)

Os três fóruns da esfera estadual de Campinas suspenderam o expediente no início da tarde de ontem. Na madrugada, uma agência da Nossa Caixa e um cartório foram atingidos por um coquetel molotov. Pela primeira vez desde que estão instalados no município, os cinco maiores shoppings centers fecharam as portas completamente.

O Comércio (Franca)

De uma hora para outra, todos se tornaram alvos em potencial. A histeria fez com que o toque de recolher fosse decretado na cidade. Estabelecimentos comerciais, unidades de saúde e até o Fórum foram obrigados a fechar suas portas mais cedo. Escolas e universidades dispensaram seus alunos. Delegacias, o quartel do Corpo de Bombeiros e igrejas reforçaram a segurança.

ValeParaibano (São José dos Campos)

Uma onda de pânico se espalhou por São José e Jacareí depois que dez ônibus foram depredados e quatro bases da Polícia Militar e da Guarda Municipal foram atingidas por tiros. O comércio da zona sul da cidade fechou as portas ontem. O Fórum também teve suas atividades suspensas depois que uma granada foi deixada na entrada do local.

Jornal de Jundiaí (Jundiaí)

Quatro ônibus queimados, rebeliões nas cadeias de Jundiaí e Campo Limpo Paulista, uma delegacia atingida por tiros, dois caixas eletrônico em chamas e pelo menos uma pessoa ferida depois de tiros disparados no terminal Eloy Chaves. A ação mais violenta foi registrada no terminal, onde além de um ônibus incendiado, foram disparados quatro tiros e ferido um funcionário com coronhadas.