• Liderança “parruda” 1
A Chevrolet S10, quem diria, recuperou a liderança do mercado brasileiro de pick-ups médias. Depois de amargar a terceira posição em grande parte do ano passado - atrás da Toyota Hilux e Mitsubishi L200 -, o modelo registrou um expressivo crescimento de 118% no primeiro quadrimestre desse ano em comparação ao mesmo período do ano passado. Foram em média 1625 unidades mensais vendidas da S10, contra a média de 959 comercializações mensais da L200 -, segunda colocada no ranking de emplacamentos da Fenabrave. Esse número deu à S10 nada menos que 37,3% do segmento.
• Liderança “parruda” 2
A S10 vinha sendo líder do segmento desde 1995 até o ano passado, quando ficou atrás da Hilux. Muito do aumento das vendas do modelo se deve ao mercado de frotistas, amplamente abiscoitado pelo preço atraente do modelo na versão Advantage 2.4 a gasolina - de iniciais R$ 52.561 - que, aliás, é voltada mesmo para esse “público”-, e pela leve reestilização que a S10 sofreu em agosto de 2005. Ao lado dessa “guaribada” também foi incluído o sistema Trac-Lock, que inibe as rodas traseiras de girarem em falso.
• Investimento sem freios 1
O mercado brasileiro de autopeças registrou, nos últimos anos, momentos de crescimento espetaculares. Mas sempre teve como princípio a produção de itens básicos e sem tanta tecnologia embarcada. Na contramão dessa “avenida”, a Bosch vai investir aproximadamente R$ 25 milhões para construir uma nova linha de produção de sistemas antiblocantes de freio de oitava geração, mais conhecidos como ABS. A empresa espera atender a demanda de modelos no Mercosul já no segundo semestre de 2007.
• Investimento sem freios 2
Esse investimento da Bosch se deve às projeções de aumento da instalação de freios com ABS em modelos zero-quilômetro nos países da América Latina. Em 2002, o ABS estava presente em apenas 7% dos carros produzidos no continente. Mas, em 2005, esse número já chegou a 12%. A nova linha de produção será instalada em Campinas, São Paulo, e terá 50 funcionários envolvidos no processo. Com isso, espera-se que o preço do ABS aplicado inclusive nos carros nacionais, que hoje é importado, caia significativamente.