São Paulo - A Secretaria da Segurança Pública reviu os números e, ontem, afirmou que são 79 os suspeitos de envolvimento em ataques do PCC mortos em São Paulo desde o dia 12. Antes, o número de suspeitos era de 109.
Segundo o governo estadual, dos 79 considerados suspeitos, 55 já foram identificados e 49 deles têm antecedentes criminais e ligação com a facção criminosa.
De acordo com a nova classificação da secretaria, dos 79 mortos, 62 morreram em reação imediata da polícia aos ataques e 17 foram mortes consideradas “preventivas”.
As outras mortes no período ocorreram em casos de resistência considerados “normais” pela polícia paulista.
A Secretaria da Segurança Pública afirmou que não vai divulgar a lista com os nomes dos mortos e, conforme o secretário Saulo de Castro Abreu Filho, a polícia vai atender “no seu tempo” o pedido do Ministério Público -que determinou anteontem que a secretaria e a polícia entreguem até esta quinta-feira os nomes dos suspeitos mortos.
Abreu Filho participou de uma reunião de quatro horas com o governador Cláudio Lembo (PFL) e o procurador-geral da Justiça do Estado, Rodrigo Pinho. O teor da conversa não foi divulgado.