10 de julho de 2026
Bairros

Para morador da Vila Souto, poda de galhos pode pôr árvore em risco

Lígia Ligabue
| Tempo de leitura: 1 min

Antônio Carlos de Arruda, morador da rua Mem de Sá, na Vila Souto, critica a forma como a empresa terceirizada pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) está realizando a poda preventiva das árvores. Ele alega que os galhos estão sendo drasticamente cortados, colocando as plantas em risco. Segundo Arruda, o serviço é feito sem orientação.

Além de estar preocupado com a forma como a poda tem sido feita, ele afirma que a prefeitura não fiscaliza o resultado do serviço e não esclarece sobre quais tipos de árvores podem ser plantados na cidade e sua manutenção. “O cidadão comum deve obedecer uma série de regras na hora de podar a sua árvore, sob risco de penalização”, diz. Sobre os fios da cerca elétrica rompidos, ele aponta que a própria empresa fez o reparo.

Procurada pelo Jornal da Cidade, a CPFL alegou que todas as podas de árvores estão de acordo com critérios ambientais, mesmo quando não apresentam características estéticas. A companhia afirma que o serviço está sendo executado por uma empreiteira especializada, e que toda a equipe passa por treinamento desenvolvido por monitores especializados em meio ambiente.

O titular da Secretaria Municipal do Meio Mabiente (Semma), Carlos Barbieri, afirma que qualquer denúncia de poda drástica deve ser levada à pasta. “Nós abrimos um processo para cada uma e o cidadão pode verificar o andamento dela através do número do protocolo.”