Teerã - Em novo lampejo verbal recebido com uma mistura de incredulidade e desconfiança pela comunidade internacional, o Irã anunciou ontem estar estudando há cinco anos planos para a fusão nuclear. A “fusão”, (“reação nuclear em que núcleos leves reagem para formar outro mais pesado, com grande desprendimento de energia”, diz o “Aurélio”) não é ainda uma técnica economicamente rentável para finalidades pacíficas, por consumir uma quantidade de energia bem maior que a gerada.
Desde o ano passado, há um consórcio internacional - integrado por EUA, China, Japão, União Européia, Índia e Coréia do Sul - que trabalha na produção de um reator termonuclear experimental. O projeto Iter tem como sede na França. Se tudo der certo, o reator experimental estará funcionando em 2040.