Königstein - O Brasil, em sua trajetória nas Copas, já teve capitães com estilo rígido e outros mais comedidos, caso de Cafu em 2002 e agora. Sócrates, em 1982, tinha um estilo parecido com o do lateral.
No primeiro título mundial brasileiro, Bellini era adepto de gritos -o oposto de Mauro Ramos, líder quatro anos depois. Em 1970, Carlos Alberto Torres mostrava sua liderança fora de campo. Dentro, quem gritava era Gérson.
Na Alemanha, em 1974, Marinho Peres adotava o estilo falastrão. Na Copa-78, Leão não poupava a garganta para orientar os colegas.
O mesmo fez Dunga nos Mundiais de 1994 e 1998. O estilo guerreiro contaminava o time e se mostrou vencedor com o próprio Parreira, em 1994. Em 1998, terminou com o vice.