Reportando-me à matéria de Marcelo de Souza “Parreira (diz): Purini precisa deixar time” (JC, pag.4, de 13/6) e mais precisamente às declarações do senhor vereador Marcelo Borges(PSDB) no sentido de que existe a posssibilidade de ter havido o uso de “caixa dois” e “venda de serviços da prefeitura” -sic- (que não deixa der ser “caixa dois”, também) quando da campanha eleitoral à prefeitura da “dupla” Tuga/Purini, sugiro à sua excelência riscar de seu vocabulário essa expressão tacanha, feia, suja e ultrapassada. Porque não adotar doravante, senhor vereador, a “delubiana ou “genoina” expressão “recursos não contabilizados” que, aí sim, sua excelência, embora de outra grei, estaria “up to date” com a moderna terminologia petista para campanhas eleitorais?!
Agora, essa “estória” contada pelo vereador João Parreira de Miranda de que o candidato à vice-prefeito possivelmente sabia da origem de recursos excusos e o então candidato cabeça de chapa Tuga Angerami (sem partido mas ex-PDT) não sabia nada de nada, já é, como dizia a marchinha carnavalesca, “conversa mole para boi dormir”. Necessário, também, que alguém avise o fiel escudeiro do senhor prefeito, o vereador Faria Neto (PDT “?”), que tudo tem o seu limite... O povo não é massa de manobras, senhores edis! Aguardem e verão!
João Guilherme Ortolan - RG-10.938.473