“O tempo que se perde na crítica, poderia ser usado na construção.”
Aposentei como agente fiscal de tributos estaduais em 17/7/97, no Estado de Minas Gerais, com 39 anos.
Sou cristão ecumênico, acredito na reencarnação (Mateus 11 e 17 e João 3:3).
Como todos os seres humanos, tenho meus vícios e defeitos, mas a cada dia que passa, tento corrigi-los para meu próprio bem.
Sempre admirei as pessoas que “põem as mãos na massa” para ajudar o próximo. Pois como acentua e exorta um grande sábio: “Quem não tiver dinheiro, há de ter o equivalente, um sorriso prazenteiro ao visitar um doente, ou uma velha roupinha com uma palavra de fé a uma pobre criancinha abandonada a ralé, ou uma prece fervorosa para quem sofre em solidão uma doença insidiosa que consome o coração, uma carta carinhosa a um pobre irmão desastrado que numa hora borrascosa, foi à prisão condenado, e outras coisinhas mais que exigem boa vontade que os evangélicos leais fazem pela humanidade.”
Enfim, fiquei a meditar sobre figuras como Francisco de Assis, Antônio de Pádua, Gandhi, Buda, Sebastião Paiva, Sócrates e outros, que me falha a memória...
Para mim, estes personagens amaram tanto a Deus e ao próximo que levaram uma vida de privações na terra para ganhar o seu salário no céu, onde nada é perecível.
Semana passada resolvi parar com minha ociosidade e dedicar meu tempo em ajudar meus semelhantes numa instituição de caridade aqui de Bauru, minha amada terra natal. E já comecei a sentir os resultados: sou mais alegre, estou ficando mais humilde aos poucos e percebo que descobri o “fio da meada”.
Já li que ninguém é obrigado a fazer nada em matéria de espiritualidade. Pois Jesus dará a cada um segundo as suas obras (Apocalipse de Jesus, passado a João em Patmos). Ser universalista e útil me parece ser o caminho que leva à verdade e à vida. Ser ou não ser útil, eis a questão... Acho que devemos perguntar-nos o que podemos fazer pelo Brasil em todos os sentidos e nunca o inverso. É a indagação que fica.
Ronaldo Menegueti Cardozo - RG 11.226.008